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Adeus ano velho…


Feliz ano novo…
Adeus ano velho…


Feliz ano novo…

Seguindo o exemplo da Lele, vou tentar lembrar de quantos livros li esse ano. A competição é ferrenha, mas vamos lá:
Obs: não estão em ordem de leitura. Não consigo nem lembrar o que fiz ontem.
. O jogador, Dostoievski
. Manifesto do partido comunista, Marx e Engels
. A mulher de trinta anos, Balzac
. A metamorfose, Kafka
. O processo, Kafka
. Além do bem e do mal, Nietzsche
. Os vagabundos iluminados, Kerouac
. The red badge of courage, Stephen Crane
. Assassinato na ABL, Jô Soares
. A carta roubada, Edgar A. Poe
. A morte de Ivan Ilitch/Senhores e Servos, Tolstói
. Manuscrito econômico-filosóficos, Marx
. A divina comédia, Dante Alighieri
. Noites brancas e outras histórias, Dostoievski
. Poesia completa de Alberto Caeiro, Fernando Pessoa
. O cérebro nosso de cada dia, Suzana Houzel
. To kill a mocking bird, Harper Lee
. Jonathan Strange and Mr. Norrell, Susanna Clark
. The Da Vinci Code, Dan Brown
. Freakonomics, Steven Levitt
. Cultura, Roque Laraia
. A magia da palavra - contos, ensaios e poemas, diversos autores
. As mentiras que os homens contam, Veríssimo
. A gênese*, Kardec
. Gestação da terra*, Robson Pinheiro
. Decepcion Point, Dan Brown
. O problema do ser, do destino e da dor*, Léon Denis
. The beach house, James Patterson e Peter de Jonge
. Sidatra, Hermann Hesse
. Black dawn, D.A. Stern
. Different seasons, Stephen King
. Diário de papel, diversos autores
. Sexo Anal, Luiz Biajoni (o melhor autor de todos os tempos da literatura brasileira!)
* - livros não terminados por falta de paciência.
Esses são os que lembro e estão por perto. Ainda devem existir alguns outros, especialmente no começo do ano, quando estava na quimio, que não lembro. Li demais durante a quimio, então ainda devem existir alguns outros livros por aí. Mas já tá bom, né?
2007 tentarei ler um por semana. Duvido.
Uma mensagem a todos que acreditam no impossível. No poder do amor de um pai por seu filho. No laço eterno criado por essa união que atravessa barreiras físicas e se mostra lindo, poderoso, completamente perfeito. Chorei feito uma criança.
Obrigado, Dick e Rick Hoyt. Obrigado. Obrigado.

Média de público do campeonato inglês até a última rodada…
Time …………… Média . Capacidade . Porcentagem
1 Man Utd ………. 75687 …. 76000 ….. 99.6
2 Arsenal ………… 60036 …. 60432 ….. 99.3
3 Reading ……… 23878 …. 24200 ……. 98.7
4 Chelsea ……….. 41836 …. 42449 ….. 98.6
5 Tottenham ……. 35575 …. 36236 ….. 98.2
6 Liverpool ………. 43761 …. 45000 ….. 97.2
7 Portsmouth …… 19716 …. 20288 ….. 97.2
8 West Ham …….. 34594 …. 35640 ….. 97.1
9 Charlton ……… 25772 …. 27113 ….. 95.1
10 Newcastle …….. 49463 …. 52193 ….. 94.8
11 Everton ……….. 36743 …. 40170 ….. 91.5
12 Sheff Utd ……. 29513 …. 33000 ….. 89.4
13 Fulham ……….. 21198 …. 24500 ….. 86.5
14 Watford ………. 18890 …. 22000 ….. 85.9
15 Bolton ………… 23222 …. 27879 ….. 83.3
16 Man City ………. 38887 …. 48000 ….. 81.0
17 Middlesbrough . 27600 …. 34500 ….. 80.0
18 Aston Villa …… 33586 …. 43000 ….. 78.1
19 Wigan …………. 17401 …. 25000 ….. 69.6
20 Blackburn ……. 20622 …. 31367 ….. 65.7
O pior time em porcentagem leva mais de vinte mil torcedores por jogo. O pior em média leva mais de dezessete mil. E comemoramos médias de treze mil por jogo de um time como o Corinthians…
Richard Dawkings, brilhante cientista evolucionário, autor do ‘The God Delusion’ (meu atual sonho de consumo), vai à South Park ensinar as crianças da turmo do Mrs Garrison um pouco sobre evolução. Muito a disgosto do próprio Mrs Garrison…

A NME colocou sua lista de 10 melhores álbums lançados este ano… bom ver alguns nomes que realmente fizeram os melhores lançamentos do ano.
1. Arctic Monkeys - ‘Whatever People Say I Am That’s What I’m Not’
2. Yeah Yeah Yeahs - ‘Show Your Bones’
3. Muse - ‘Black Holes And Revelations’
4. Hot Chip - ‘The Warning’
5. CSS - ‘Cansei De Ser Sexy’
6. Gnarls Barkley - ‘St Elsewhere’
7. Long Blondes - ‘Someone To Drive You Home’
8. The Strokes - ‘First Impressions Of Earth’
9. Kasabian - ‘Empire’
10. My Chemical Romance - ‘The Black Parade’
Menções honrosas dignas de publicação neste blog:
12. The Killers - Sam’s Town
13. Panic! At The Disco - A Fever You Can’t Sweat Out
25. Mogwai - Mr Beast
Os em negrito também estão na minha lista de melhores do ano, que será colocada aqui só no começo de janeiro, caso eu ache até o fim do ano alguma coisa que me faça ter que rever minhas escolhas até agora. E não necessáriamente haverá uma lista de dez álbums. Podem ser mais, podem ser menos.
O estranho e, francamente, bizarro é a escolha do Cansei de Ser Sexy. Olha, a banda pode ser suuuper hip, cult, mas bottom-line ela é ruim. As melodias são chatas, o vocal é insuportável e as músicas são totalmente esquecíveis. Como pode esse álbum ser considerado um dos melhores do ano?? Bom, o mesmo pode ser dito do Artic Monkeys, nova melhor banda de todos os tempos da última semana.

A MTV Brasil tomou atitudes que podem surpreender alguns fãs da marca. Por decisão da cúpula da empresa, em 2007 o canal jovem não exibirá mais videoclipes.
Na apresentação da nova programação, realizada na tarde desta terça-feira em São Paulo, uma das medidas mais extremistas mostradas foi cancelar programas como o Disk MTV e o Chapa Coco, que fizeram um relativo sucesso em 2005 e 2006.
Uma das maiores surpresas de 2007 será o investimento em informação jovem, coisa que a emissora já demonstrava interesse em produzir desde o início do Jornal MTV. Com isso, a programação dá espaço a séries de ficção, desenhos animados brasileiros e internacionais, reality shows e até mesmo documentários, que passam a ocupar um espaço fixo a partir de março.
O resto da reportagem aqui.
Eles só podem estar de sacanagem.


A Oprah é realmente bizarra. Acabo de assistir o que ela fez por uma menina de Serra Leoa, que teve metade do seu braço esquedo decepado junto com o de sua mãe e, enquanto sua mãe fugia e a protegia de outros ataques, conseguiu ser levada para morar nos EUA com uma família de refugiados desse mesmo país. Depois de seis anos ela conseguiu achar a mãe da menina e a trouxe para os EUA para reencontrar sua filha.
São coisas assim que me destóem por dentro. Um mundo tão frio, tão sujo, tão vil. E histórias como essa provam o valor de cada ser humano com um coração bom. A mãe, os refugiados que pegaram a menina pra criar, a Oprah e sua equipe, que por meses trabalhou para fazer o sonho dessa menina que tanto sofreu uma realidade.
E eu aqui, chorando demais, vendo as duas se abraçando pela primeira vez em muitos anos.

A Folha fez uma retrospectiva com os melhores lançamentos do ano de 2006. As resenhas podem ser lidas aqui. Vou só me ater aos álbums que já escutei. Porque, sim, páro pra baixar cds obscuros que nunca compraria só pra ver como estão. Ei-los:
Arctic Monkey, “Whatever people say I am that’s what I’m not”
Olha, vieram e se transformaram num fenômeno da internet. A música dele em muito se compara a qualquer coisa que sai da Inglaterra como Babyshambles, Bloc Party, até Franz Ferdinand. Não que eu disgoste… porque tem algumas coisinhas boas… mas, no geral, eu acho bem médio o som que eles têm. Todos eles. E o Arctic Monkeys, pra mim, é só mais uma banda de britpoprock que apareceu por aí. Não sei porque o hype todo, tanto na internet quanto nas consequentes vendas e turnê. Pior: já vi apresentação ao vivo pela internet e é bem ruinzinha.
Autoramas, “RRRRRRROCK!”
Gente, é bom o álbum. Gosto da proposta da banda, uma fusão de surf rock com rock antigo e elementos do Little Quail and the Mad Birds. Mostra tudo o que o Autoramas propõe, e mostra também o porque que eles, agora, são vistos como a melhor banda independente de rock do mercado. De rock.
Caetano Velloso, “Cê”
Caetano quer ser jovem. Caetano quer tocar com distorção. Caetano se acha. Caetano sucks.
Chico Buarque, “Carioca”
Chato. Chatíssimo. Morena. Pequena. Sou seu par. Sua putinha. Seu mal-estar.
Fernanda Abreu, “MTV ao vivo”
Ok, seriamente… quem? Show chatíssimo, com a mesmíssima proposta que ela vem tentando mostrar desde que saiu do Blitz. Porra, já deu né? Se não inventa mais nada que valha (não que tenha inventado alguma coisa que já tenha tido algum valor) a pena, pelamordedeus suma. Pra sempre.
Johnny Cash, “Ring of Fire: The Legend of Johnny Cash”
Cash é cool demais. Escutando essa compilação finalmente pude pegar um belo apunhado de toda sua carreira. Deveras legal. É pesado, denso, belo.
Justin Timberlake, “Futuresex/Lovesounds”
Falam pra cacete do Timbaland, novo queridinho dos artistas dos EUA pra gravar álbums. Olha, que álbum chato. Mas chato para caráleo. Só tem gemidos, linhas simplérrimas de sintetizadores, sempre em loop, deixando a sensação que as músicas demoraram dez segundos para serem feitas. Uma boa porcaria.
The Killers, “Sam’s Town”
Olha, demorei pra achar bom. Mas, também, quando comecei a escutar direito, não consigo mais tirá-lo da cabeça. Antes achava ‘Hot Fuzz’ muito melhor. Agora, tenho certeza que ‘Sam’s Town’ é disparado melhor que o seu antecessor. E realmente um dos melhores lançamentos do ano.
Lily Allen, “Allright, Still”
Escutei uma música. Por quinze segundos. Foi o suficiente.
Marisa Monte, “Infinito particular / Universo ao Meu Redor”
Infinito Particular é melhor. É a Marisa pop que tanto conhecemos. Ela canta pra cacete, e até tem algumas ótimas idéias. Universo é meio blé, pretencioso até não poder mais por se achar digno de recriar a Velha Guarda do samba. Caríssimos, valem a pena pra quem gosta.
Nelly Furtado, “Loose”
Olha, Like a Bird era uma música bem bonitinha. E ainda tinha a Nelly, protuguesa de Toronto que era, sim, um tesão. Mas que álbum imbecil que ela lançou, mandando uma proposta ridícula a la Dirrrty da Aguilera. Virou puta como todas as outras artistas de sua geração. E perdeu qualquer valor, por menor que fosse, pra mim.
New Order, “Singles”
Bom. Demais.
Scissor Sisters, “Ta Dah”
Disco music. Disco. Music. DISCO. MUSIC.
Soulfly, “Dark ages”
Pretencioso como qualquer coisa que o Max resolveu vomitar desde saiu do Sepultura, esse álbum continua chatíssimo e sujo. Não adianta. Max nunca vai fazer nada decente depois de ter feito Chaos A.D. e Roots.
O resto ainda não peguei, mas confesso que só me interessa o álbum das gravações de 57 do Thelonius Monk e do John Coltrane. Quase duas horas. Deve ser sensacional.
Minha lista de melhores lançamentos de 2006 sairá no começo do ano que vem. Afinal, ainda temos três semanas para eu achar algumas coisa boa. Não faço retrospectivas no começo de dezembro. Tsk.