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Fazia tempos que não via Grapette exposto nas lojas, e tinha pensado que a marca virara uma daquelas coisas a la Guaraná Jesus – totalmente regional, sobrevivendo pela graça dos consumidores tengenciais de tubaínas. Mas minhas esperanças de repetir e repetir Grapette voltaram.
De acordo com uma notícia que vi no Blue Bus, tem gente montando um esquema de divulgação para o triunfal retorno da marvilhosa bebida que é o Grapette. Pra mim, Grapette é o Dr. Pepper brasileiro. Mal-compreendido, de gosto peculiar pra muitos, maravilhoso pra poucos.
Lembro de tomar Grapette e Mineirinho na Bahia, na Base Naval onde meus primos moravam. Lugar paradisíaco, onde crianças adoravam scotonofre e onde aprendi a andar de bicicleta. Bons tempos.
Espero o dia que possa entrar no mercado e ver essa nova garrafa, retrô, do meu querido Grapette. Regojizar no deleite de seu único sabor. Beber e repetir. Beber e repetir. Beber. E repetir.

Dou as boas-vindas à minha família para a Deckdisc, desde ontem gravadora do Catch Side. É com imenso orgulho desses meninos e do trabalho do meu querio irmão e sócio João que consigo hoje dizer que mais um passo rumo ao inevitável sucesso dessa banda foi tomado. O céu é o limite.
Muito obrigado a todos os envolvidos. Que esse seja a primeira de muitas outras alegrias.
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Se todas as medalhas de ouro foram inéditas, é fácil perceber o quanto deixamos a desejar em todos os esportes que tinhamos alguma superioridade. Não obter ouro no vôlei de praia é algo inimaginável. O futebol mais uma vez morre na praia. O vôlei masculino peida para os estudiosos e competentes americanos.
Ficamos chorando e enaltecendo aqueles que nunca tiveram o gosto do ouro. A Maureen, o César, as meninas do vôlei de quadra. Precisamos nos agarrar à isso pra tornar essas Olimpíadas algo de maneiro para esse país.
Eu, por exemplo, fico feliz é por ter visto as cerimonias mais espetaculares já feitas na história da humanidade – e que não serão superadas. Nunca mais. Uma beleza, uma estrutura e uma maravilha humana de ordem e ritmo.
Bolt e Phelps nos deram sinais de que a individualidade é o que faz as Olimpíadas. Estamos ali, grudados no televisor pra ver homens e mulheres superarem seus limites, atingirem seus objetivos e conquistarem suas merecidas medalhas para trazerem de volta ao seu país.
O que mais me emocionou, de fato, nessas Olimpíadas foi o momento da Maggi no qual, ao tocar do hino, em cima do pódio, no momento que cantou ‘terra adorada’, começou a chorar. Fui junto.
Apesar dos pesares, como sempre acontece, somos todos brasileiros. E qualquer conquista é suficiente pra quem duvida tanto desse país, quem reclama tanto e esculacha tanto, se sentir patriota e louvar esses mares, essas florestas, essa terra e esse povo.
Entre outras mil, és tu Brasil, ó pátria amada!
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Um centímetro. Um mísero centímetro que transforma tudo mais belo. Que nos faz vibrar, sorrir, fechar os pulsos e urrar aos céus. Que me fez chorar.
7,04 metros perfeitos.
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Computador anda dodói. Por isso não posto há tempos. Primeira vez que essa joça trava brabo em quase quatro anos.
Impressionante como somos dependentes demais dessa coisinha aqui. Estou, aos poucos, conseguindo gravar meus documentos num pen drive para tentar ver se eu não perco arquivos ao fazer umas mudanças aqui. Enquanto isso, deleitem-se na maravilhosa campanha olímpica. Da Grã-Bretanha no ciclismo.
Aliás, porra, e esse Bolt? Sensacional!
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Sou só eu que anda MEGA desapontado com o nosso super país? Será que é falta daquele patriotismo bobo que todos nós somos forçados a ter quando o país disputa qualquer coisa? Porque ando achando que andamos fazendo muita merda nessas Olimpíadas.
Todo mundo evoluiu. Nós também deveríamos ter feito o mesmo. Mas uma confusão de maus resultados, coisas azaradas e tantas pequenos errinhos e uma grande falta de competência andam me fazendo repensar essa idéia de que sempre teremos uma melhor Olimpíada que a última.
Pelo que sei, temos mais dinheiro pra treinar. Temos melhores atletas. Mais estrutura.
Acho que anda faltando vontade. Aquele friozinho na barriga que manda o atleta tentar além de suas capacidades. Que o manda se jogar além do que pensa possível – a caminho daquele medalhinha que vale tanto pra todo mundo. Ou será que realmente vale?
Eu acho as Olimpíadas um troço fantástico. Ando varando as noites e dormindo menos pra poder acompanhar desde o boxe até o vôlei de praia, judô (em especial esse, que me amarro), futebol… e vejo o Brasil perdendo disputas que poderíamos ter ganho.
Eduardo da Costa, no judô, foi uma injustiça tremenda. Rapaz na sua primeira Olimpíada perdeu pro francês numa bobeira e tinha de ter ganho do filho da puta do suiço que lutou muito pior que ele. Foi sacaneado por árbitros de quadra que deveriam ser expulsos das Olimpíadas. Valeu, Eduardo. Pela garra, pela gana, pela competência de ter estado lá representando seu país e lutando bravamente pra trazer uma medalha pra casa.
Agora o Derly e o Camilo ficaram devendo. E muito. Campeões consagrados não podiam dar aqueles moles. E ainda veio a história do portuga que disse que sua dor de cotovelo e de chifre o fizeram ganhar. Bizarro. Dois que deveriam ter trazido mais pelo país e ficaram decepcionantemente de fora. Até o Camilo, ganhando o bronze, ficou com uma cara de ‘que merda’. Pelo menos viu que deveria ter feito mais.
Ana Paula chorou demais depois do jogo. Disse que tudo era pro filho. Imagino o esforço e a dedicação, mas quero mais. Quero vitórias. Elas são bem melhores que a competição, e não se pode ter a cabeça em outros lugares numa Olimpíada. É o ápice de qualquer atleta.
Phelps anda mostrando o que é se preparar para uma competição dessa magnitude. Lá naquele lindíssimo cubo ele mostra o que é se dedicar além de suas capacidades físicas e mentais para alcançar objetivos considerados impossíveis. Está a caminho de conquistar o inconquistável.
Até agora somos 38°, com míseras três medalhas de bronze. Acho que não chegaremos perto do que conseguimos em Atenas. Até a seleções de vôlei andam fraquejando.
Tá brabo.
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Olha, não sei o que é pior: se são as pessoas que cometem os escândalos ou se é a mídia americana, cuja maior vontade é sempre catar o que há de mais podre e fudido nos seus políticos e famosos para depois jogar seus nomes na sarjeta. Francamente entendo pouco essa necessidade tão grande de acabar com a vida alheia. Tantas pessoas com tantos esqueletos no armário e ainda sim a-do-ram expôr as desgraças alheias.
A novidade americana é o escândalo de adultério do lindinho e bonitinho John Edwards. Um dos pré-candidatos à presidência pelos Democratas nas últimas duas eleicões, John era a imagem do americano suburbano – bonito, limpinho, pai de família, bom homem e bem-sucedido. Com as declarações de adultério, com direito à uma filha bastarda no meio do caminho, jogou sua reputação e suas chances de mais uma vez virar candidato à vice-presidência americana no lixo.
E pior: como sempre acontece naquela joça de país, sua mulher (sofrendo de um câncer que não me recordo qual agora) vai ter de ficar, se é que já não ficou, ao seu lado, com cara de idiota, enquanto ele anuncia em cadeia nacional que a traiu. Aposto até que ela fará, se já não fez, cara de feliz, de resoluta, como se aquilo não abalasse a sólida fundação de seu casamento. É uma sacanagem com a privacidade de um casal.
Podem haver aqueles que digam que se são figuras públicas, estão sujeitas a esse tipo de investigação e conseqüentemente a esse tipo de ‘vergonha’. Pois bem, ok, até vai lá. Mas a privacidade de um casal tem de ser respeitada. Não há a menor necessidade de se haver uma declaração pública sobre tudo o que acontece. Ter de aparecer para milhões de pessoas e jogar sua vida privada na cara de todos.
Bill Clinton tem uma declaração hiper famosa do ‘I did not have sexual relations with that woman’. Monica Lewinski já é nome conhecido, capa de revista, autora de, claro, uma auto-biografia sobre o affair com o presidente. Ainda sim, hoje tudo está meio que por baixo, e impressionantemente a Hilary Clinton saiu da história, anos depois, como a heroína, a resoluta que aceitou o caso, levantou a cabeça e seguiu em frente, senadora e agora quase candidata à ser a primeira presidenta dos EUA.
Até que ponto isso serve de alguma coisa, eu sinceramente não sei. Aqui nesse lindo país tupiniquim nosso, escândalos são patamares para que nossos queridos políticos ganhem ainda mais reputação, contatos profissionais e sem sombra de dúvida tenham seus nomes jogados na mídia para conseguirem ganhar outra eleição.
Fato é que todo mundo já fez alguma merda na vida. Já mentiu sobre alguma coisa, já enganou alguém pra ganhar outra. Somos egoístas. Somos filhos da puta mesmo.
Tudo bem que charutos em buracos da genitália de secretária e pegar homens obscuros em banheiros de aeroporto são coisas meio, digamos, escandalosas mesmo. Mas também essa merda é culpa dessa vivinha-politicamente-correta desse povo americano. Essa necessidade de serem sempre bonitinhos, limpinhos e bondosos. Ninguém é assim.
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Terça passada, sabádo passado e ontem participei, com as minhas duas bandas e uma grande banda amiga, de um dos movimentos online mais interessantes que já vi da internet tupiniquim.
O nome do site é Tv Jam, feito pela Kn Vídeo, da sensacional Wanda, responsável pelas séries Oi Mundo Afora, Vai pra Onde? e tantos outras. A proposta é simples – prover conteúdo de qualidade para um canal 24 horas no ar. Um canal turbinado, com matérias diversas, apresentadores expetaculares e uma temática jovem e descontraída.
Terça passada o Catch Side esteve lá no Shopping Leblon na gravação do Estúdio Tv Jam. Fernanda e Thalita comandaram um programa sensacional, e a garotada presente fez muito barulho, dando uma beleza incrível ao evento. Ficamos muito agradecidos pelo apoio de todos, e sei que o caminho traçado é um de muito suor e sangue, mas que dará louros muito em breve.
Sábado foi a fez do Planar dividir o Estúdio Tv Jam com a sensacional banda Drive, dos nossos amigos Guto e Helinho. Outra vez, com o público em massa tivemos um excelente show, ainda não disponível online.
Ontem foi a festa de encerramento do Estúdio Tv Jam no Shopping Leblon. Dora Vergueiro, Bruno de Luca, os caras do Papo de Moleque, Dani Monteiro e Wanda Grandi deram o ar da graça na primeira transmissão ao vivo do programa para todo o mundo. Catch Side e Drive ajudaram a fechar a festa, e Dado Dollabela apareceu e deu uma palhinha de suas músicas e tocou ” do Paralamas com o Kaká do Catch Side.
Espero que esse seja o primeiro de muitos eventos com a Tv Jam. Uma iniciativa sensacional que apresenta uma alternativa aos canais de tv e tv a cabo, promovendo cultura e entretenimento para todos os cantos do mundo.
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O que caráleos está pensando o Maurício de Souza ao estuprar a minha infância, fazendo os maravilhosos e perfeitos personagens da Turma da Mônica crescerem e virarem adolescentes mangá com retoques futuristas fanfarrões?! Meus deuses, que coisa mais hedionda! Vai acabar com a melhor coisa que esse país já fez em termos de gibis infantis!
Meus santos deuses, a Magali e a Mônica estão ‘gostosinhas’!!! Aposto que Magali agora sofre de bulimia, a Mônica está sempre de dieta e ambas a-do-ram ficar tricotando sobre como o Franjinha tá lindo com a sua barba por fazer!
Cascão e Cebolinha têm cabelos punk-fashion-futuristas! Cascão está vestindo joelheiras e tem um skate (acho que é skate, mas não tem rodinhas, então pode muito bem ser um flutuador como o do filho do McFly no segundo ‘De Volta pro Futuro’!) e tem um brinquinho de malandrão! Cebolinha traja óculos gigantescos e verdes!
Impossível ter espaço para o Chico Bento nessa brincadeira, né. A não ser que ele tenha virado um produtor de soja ou sertanejo de sucesso, virando um pseudo-Leonardo, fechando arenas e entupindo a Rosinha de diamantes e gado! Isso, claro, com roupas ultra-fashion do Emprorio Armani!
O Cabra, do seu jeito mais singelo, me manda as seguintes pérolas:
Rafael Galvão diz:
E eu comia a Mônica. Com gosto.
Bruno diz:
Ficaram gostosinhas! Aposto que a Magali é bulímica agora!
Rafael Galvão diz:
Não. A Magali seria o sonho de toda adolescente. Come e não engorda. Eu só não gostei de ser mangá e em P&B. Devia ser colorido.
Bruno diz:
Se vc não gostou de ser mangá e p&b, do que cacetes atômicos vc gostou??
Rafael Galvão diz:
Da Mônica gostosinha com cara de quem paga um bom boquete.
Bruno diz:
Pára com isso. Minha infância se esvaindo…
Rafael Galvão diz:
Rapaz… Só queria saber como é a bundinha da Mônica. E da Magali.
Bruno diz:
Meus deuses…
Rafael Galvão diz:
Rapaz… Imagina você botando a Magali de quatro e dizendo: Agora imagina que o meu pau é uma banana… É uma festa, Bruno.
Bruno diz:
Ai céus… vão bater punheta pra Magali! Que vergonha… a que ponto chegou a Turma da Mônica.
Rafael Galvão diz:
Ué, tu nunca bateu pra Tina? Se não bateu, perdeu, playboy. A Tina era uma delícia.
Rafael Galvão diz:
E se você for Masoquista… Imagine você deitado embaixo da Mônica: “Eu peguei o seu coelhinho, putinha gostosa…” Viiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiige.
Bruno diz:
Quando acho que já encontrei perversão demais na vida, vc me vem com essas…
Rafael Galvão diz:
Mais: A Mônica abre as pernas e o Cebolinha cai de boca nela. Uns minutos depois, ela estoura: “Porra, Cebolinha, você com essa língua presa não presta pra nada!”
Bruno diz:
Caralho, vou botar isso no blog.
Rafael Galvão diz:
Dá uma editada. Tira as partes mais pesada. Aliás, bota assim mesmo.
Ele gosta mais do McCartney que qualquer outro músico. Explicado agora.