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Maitê, em Basco, quer dizer ‘amável’. Há a lenda que, em tupi, quer dizer ‘coisa feia’ e é usado pelos índios pra afastar maus espíritos. Esse último faz mais sentido. Especialmente se levarmos em conta nossa especial e fantástica atriz-apresentadora.
Acho estranho que um programa exibido em 2007 só tenha trazido essa polêmica agora. Porém, nada tira o fato dessa vergonha ser uma afronta aos nossos patrícios. Sempre tão solícitos, simpáticos e prestativos.
É claro que zombamos de levarem tudo ao pé da letra, mas faz parte do que eles são. Lembro-me de uma vez que perguntei onde ficava o elevador de Fátima e a resposta foi ‘quando seguires por aqui, e chegares à esquina com a rua X, passaste. É logo antes.’
Se não entendemos as referências e brincamos com isso, beleza. Portugueses devem achar graça de não sermos diretos e falarmos tudo ‘errado’ e ‘estranho’. Isso não dá o direito de termos nossa quéridas ‘meninas’ do Saia Justa humilharem o país. Sem contar o fato da Maitê mostrar sua habitual falta de cultura, errando a história de Salazar e sendo a sem-noção de sempre.
Falta espaço nesse país para termos uma posição mais crítica e definitiva sobre essa falta de educação e posição com relação à . Sátiras e críticas políticas construtivas e inteligentes como o CQC são uma coisa. Falta de educação e senso do ridículo é outra completamente diferente. É patético.
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E nesta segunda-feira, dia quatorze de setembro do ano de dois mil e nove após o suposto nascimento de Yoshua ben Yussef, tenho um dia daqueles.
Acordei com fortíssimas dores de cabeça. Suava frio. Precisava trabalhar, mas não achava forças para tanto. Mandei emails avisando dos meus atrasos, me entupi de remédios e apaguei. Acordei horas depois, atrasado até mesmo para o meu atraso programado nos emails.
Uma correria só. Eu, febril, no escritório, fazendo mil e uma coisas. Reuniões produtivas onde me encontrava tendo algumas breves alucinações tamanha era minha overdose de remédios e meu calor, mesmo com vento nas costas e uma chuva que fazia o Rio parecer Londres. Bom, quem dera parecesse, mas serve pra descrever a chuvinha com vento e um certo clima frio.
Ao final do dia, vejo o Buffalo perder no último minuto para o New England. Patrick Swayze morreu após perder sua brava batalha contra um câncer pancreático. Federer perdeu para Del Porto e não conseguiu ser o único tenista na história a vencer um Grand Slam por seis vezes seguidas. Elton John foi negado, pela justiça ucraniana, a adotar. O CQC não está engraçado.
Quero dormir. Esse dia precisa acabar.
…pelo fim da concepção musical que entendo por saudável. Está chegando ao fim o meu romantismo, a minha completa dedicação, o meu dever visceral de propagar cultura da maneira que sempre sonhei possível.

Vejo tardiamente os efeitos de uma vida vivida de sonhos. De pueris pensamentos de regojizo através do som, da propagação das ondas da caixa após o tocar de um acorde. A vida pela arte.
Escrota essa última frase.
Não entendo mais direito o mundo. Anda tudo meio turvo. Penso entender as pessoas, mas vejo que estou mais cego do que nunca.
A confiança que tinha está dando lugar à um marasmo emocional. Um deserto sem fim, onde todo e qualquer vislumbre de esperança nada mais é que uma bela miragem. Sinto o peso da ventania contra meu corpo. O afundar dos pés na areia cada vez mais traiçoeira.
Se a luz ao fim do túnel existe, ela hoje é uma infíma faísca. Pode-se dizer que basta uma faísca para o fogo retornar em todo seu esplendor e graça. Pode ser.
Mas assisto, segundo após segundo, o esvair daquele pequeno e reluzente foco de continuidade. A escuridão torna-se minha amiga. E quando vejo isso aqui, penso no fim.
Um fim muito próximo.

É, Cabra, tá braba essa nostalgia.
Tempos idos, quase deixados. Momentos em que aprendi, cresci, viajei, pensei, refleti, mudei. Todo mundo anda se ocupando demais, e deixando de lado um link blogueiro que criamos.
Mas penso também que as coisas mudaram porque, agora, somos não só blogueiros amigos. Somos, de fato, amigos. Amigos de verdade.
E amigos de verdade às vezes esquecem o que primeiro os uniu, mas continuam fortes e seguros dos laços que têm.
Não acreditei na afinidade que tive contigo naquele nosso fatídico encontro no Belmonte. Que a despedida do Alex, que cheguei a pedir permissão pra participar, fosse ser o começo de uma fase nova na minha vida.
Essa amizade só me fez crescer. E me proporcionou conhecer pessoas distintas, que nunca teria conseguido conhecer não fosse o poder da propagação de idéias e pensamentos que os blogs detêm. E por isso sou eternamente grato ao meu extinto ikhaat.blogspot.com.
Não fosse pela idéia juvenil de falar do que odeio (ik haat é ‘eu odeio’ em holandês), eu não teria falado aquilo que falei. E com isso não teria chegado a conhecer todos vocês. E poder falar o que falei, saber o que soube, aprender o que aprendi.
Minha falta de tempo me faz ter menos cuidado com esse espaço. Um espaço que mudei para poder trabalhar melhor minhas idéias e ideais, mas que vira e mexe se torna um lugar onde preciso colocar qualquer coisa para que não perca a noção da existência disso aqui e ainda lembre o quanto esse blog é importante pra mim.
A nostalgia que bate daquele inverno de 2005 é onipresente. Não há como passar pela Cinelândia e não lembrar de assistir ao show que foi ver um libertino prazeirosamente chupando o dedão de uma oompa-loompa. Não há como lembrar a ida de um paulista de supetão para nos agraciar com sua presença.
Ainda sim, minha maior nostalgia é não ter conseguido aprender mais tanto e nem ser tão assustado por novas pessoas incríveis e inesperadas na minha vida. Um momento sublime de abertura pessoal, onde não me contive e me entreguei por inteiro, recebendo em troca muito mais do que tinha a oferecer.
Minha nostalgia vem do tempo em que ainda me sentia mais inocente e romântico com relação ao mundo. Que sabia que qualquer experiência seria proveitosa e maravilhosa. Onde sabia que meus sonhos seriam realizados. Tinha certeza que meus objetivos eram críveis e conquistáveis.
Agora uma dose um pouco grande demais de amargura domina meus dias. A constatação que nem sempre conseguirei ser transparente e receber transparência e cumplicidade de volta dos outros. Que talvez tenha de deixar de lado meu lado romântico para um mais objetivo e, claro, impessoal.
E junte tudo com a minha preocupação com a carreia, o dinheiro, meu profissionalismo e o que bucestas vou fazer daqui a pouco quando tudo for pro ar (provável) ou tudo der certo (improvável) e não conseguir sequer voltar a ser sonhador e ser mais um operário.
Olha que não contei o mestrado, que ainda é uma fonte de imensa alegria, porque a academia é ao menos um pequeno espaço para que eu possa, de alguma forma, explorar um lado mais erudito e sonhador. Tomara que ele continue sendo um escape. Quando a defesa de tese chegar em maio do ano que vem, estou fudido. Ou não.
Vai saber.

Sempre quando era criança, e como ainda sou esse sentimento me persegue, pegava meu café com leite e, no despertar de manhãs, regojizava no deleite de uma bebida quente e biscoito maizena com requeijão. Quando não queria mais requeijão, e sobrara café e biscoito, adorava juntar um ao outro. Acordava mais feliz depois de molhar o biscoito.
Ainda sim, era difícil controlar a questão tempo-frescura do biscoito. Ficava entre a cruz e a espada, decidindo qual momento era o exato para poder me dedicar completamente aos delírios de um biscoito perfeitamente equilibrado entre o café com leite e consistência necessária para sua plena aceitação degustativa. Era uma ciência que até hoje me ilude.
Nunca gostei de biscoito molhado. Especialmente quando ele se desfazia logo que o retirava do café. Me emputecia. Ainda me emputeço.
Fica aquela sensação de impotência incrível. Um medo de repetir seus erros e ainda sim aquela vontade hedionda de tentar de novo e testar os limites do biscoito. Molhar o biscoito é uma arte que ainda não dominei.
Essa sensação de biscoito molhado demais veio à tona agora há pouco. Idelba deu uma “pausa” no blog. Logo num momento interessantíssimo da política nacional, cheio de maracutaias, brigas, escândalos, problemas. O cara era o foco da minha pesquisa políticas superficial que faço na internet. Era por causa dele que fazia questão de me questionar.
Odiei muita coisa do que ele disse. Já concordei discordando. A grande maioria das vezes, vi um acadêmico dar uma aula gratuita enquanto eu, um aluno de pensamentos praticamente antagônicos, me divertia ao discordar. Ou às vezes entender seu ponto e ainda sim achá-lo totalmente errado. Era um escape quase que diário que fazia e que muito me agregava.
E agora o professor doutor foi-se. Não se sabe quando ele volta, mas espero muito que ele volte. Se não mando o Ted atrás dele.
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Aquela sensação de torpor imensa. Uma impossibilidade de locomoção. Uma falta inacreditável de vontade de fazer qualquer coisa.
Olhar para os lados e não ver nada pra fazer. Sentar-se ao sofá, olhando para os livros da estante, com preguiça até para escolher qual é o mais interessante para começar ou reler. Acordar de olhos abertos o suficiente para justificar uma saída da cama.
O límitrofe entre a depressão e o coma.
Queria muito sentir isso. Não tenho tempo para sequer pensar na remota chance de talvez, quem sabe, possivelmente ter tédio. Santa ocupação.
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Foi ao menos intrigante a história do pai que se julgou apto a decidir a felicidade e conseqüente perda da vida do seu pequeno filho. Aos 5 anos já sabia, sem a menor sombra de dúvida, que a vida do pimpolho seria uma de imensa tristeza e duras penas.
Aos 5 soube que seu filho jamais seria feliz. Que o tempo que gastava longe dele era um penar sem igual. Que o fato de sua mãe ter ficado com a guarda dele era o pior dos mundos. Que jamais conseguiria viver com a dor de estar longe do pai e só vê-lo de vez em quando.
O que me intriga é até que ponto um pai, que pela carta amava o filho, consegue pegar uma arma e disparar contra seu primogênito. Sua criança, olhando em seus olhos, com certeza com rosto de algum espanto.
Imagino até que ele estivesse em prantos. Olhando para seu filho, possivelmente em prantos também, ou ao menos com uma cara de imenso terror e medo, puxou o gatilho. Será que ele esperou o filho dormir e foi ainda mais covarde ao assassiná-lo enquanto sonhava?

Ando vagando pelos dias, mais pensativo que o normal. Pensando nas possibilidades que essa vida me apresenta. Pensando nos movimentos que devo fazer para alçar os vôos que tanto quero. Com acento e tudo. Caguei pra revisão ortográfica.
Quinta-feira é meu aniversário, e cada vez menos essa data tem significado importante na minha existência. Nunca fui de grande celebrações anuais do dia do dia que berrei pela primeira vez, que dei meu primeiro grande suspiro. Mas invariavelmente me ponho a pensar no que crier, e conquistei, nesses quase 27 anos de exposição ao mundo.
E sempre vejo que não tem muito a mostrar. Sempre tenho a clara sensação que preciso de muito mais - que estou devendo muito a mim mesmo e às pessoas importantes da minha vida que sinto merecer algo a mais de mim. Fico ansioso por mostrar mais, por ser mais.
Tenho gana de expandir cada vez mais meus horizontes. Quero ampliar meu leque de atuação na vida. Sou quem sou hoje e não quero ser quem sou hoje amanhã. Uma constante mutação me faz bem.
Espero que a semana que vem guarde boas surpresas.
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Me pareceu um tanto estranho ver, por dois dias seguidos, os jornalistas globais darem notícias do julgamento do ‘monstro’ austríaco. E reeiteravam a palavra ‘monstro’. Sandra Annemberg ainda virou e disse ‘monstro mesmo, pois não há outra palavra para ele’. Achei tudo um tanto, digamos, ridículo.
O papel do jornalista é dar a porra da notícia, e não ser ‘gente da gente’. Pra isso temos a Luciana Gimenez no SuperPop. Eu quero jornalismo sério e imparcial quando ligo na Globo. Não disseram ‘monstro’ pro Milosevic.

E, quem diria, o puto foi sentenciado a ficar numa instituição pra maluquinhos pelo resto da vida, tomando remedinho e vivendo a vida olhando para o jardim achando que lindos leprechãos dançam e cantam. Um dos grandes poderes das drogas psiquiátricas.
Há muita balela para as questões psicológicas desse animal. Um cara que faz o que fez, com os requintes de crueldade sensacionais, merece mesmo é uma bela tortura e castração por meios extremamente dolorosos. Passar o resto da pouca vida que lhe resta tomando suquinho enquanto baba profusamente devido a mais um dos grades poderes das drogas psiquiátricas é demais. Deviam é tacá-lo numa prisão ‘comum’ com os estupradores e assassinos. Deixá-lo à mercê desses lindos individuos que o ensinariam o poder de uma sociedade que julga de maneira um tanto diferente as atrocidades que ele cometeu.
Eu gosto e, de forma leiga, estudo psicologia quando me sobra tempo e paciência. A ponto de não aproveitar a fantástica promoção do Alex da obra completa de Freud porque comecei a comprar a versão em espanhol, que por muitos, inclusive minha analista, é considerada a melhor tradução da língua do alemão. Ainda sim certos aspectos, como esse do Fritzl, me colocam numa posição de justiceiro ao invés de interessado na psique humana. Porque me interessam os movimentos de consumo (minha tese do mestrado), me interessam os movimentos de amor, carinho, sedução, paixão, amizade. Coisas como essa que o Fritzl fez merecem é punição. E severa.
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Recebi do Bill, meu amigo paulistano do mestrado, um texto babando ovo de São Paulo pelo Washington Olivetto. Uma diatribe de primeira catchiguria sobre a cidade.
Deixem-me fazer uma tradução livre desse texto:
>> Paulo parecida com Nova York.
Tenho amigos cariocas cegos, surdos, sem olfato e com sérios problemas
mentais. Ah, e esquizofrênicos, porque acham que São Paulo se parece
com Nova Iorque. Onde já se viu!
>> bem a cidade.
Não concordo. Tivessem terminações nervosas nas narinas, mais de dois
neurônios funcionais e não sofressem de surtos psicóticos veriam que
não conhecem bem a cidade.
>> apenas uma imensa Rua Oscar Freire.
Quem não conhece São Paulo acha que é parecida com uma rua cheia de
grifes internacionais. Na verdade é um conglomerado de ruas escrotas,
com lojas escrotas, entupidas de gente escrota para todos os lados.
>> ao mesmo tempo e,
São Paulo se parece com muitas cidades ao mesmo tempo. Se parece com
todos os guetos de todas as piores cidades do mundo ao mesmo tempo.
Porque até as piores cidades do mundo têm partes (por menores que
sejam) bonitinhas ou ao menos agradáveis.
>> Arouche
Só gente que não toma banho e têm pêlos saindo pela culatra, sem parar
de fumar por um minuto e se achando as melhores pessoas do universo,
Um bando de gente querendo te vender santinho, fitinhas de cores
esdrúxulas. Um empurra-empurra hediondo,cheio de mendigos e seguidores
de Iemanjá – mesmo que São Paulo esteja LONGE do mar…
>> Tóquio na Liberdade
Muitas luzes, bando de gente pequena que fala como se estivesse
gritando e medo de ser morto por ninjas ou personagens de animé.
Lambrettas pra tudo quanto é lado e muita gente gesticulando com as
mãos enquanto te xingam sem a menor razão.
>> Munique em Santo Amaro
Só tem nazista.
>> Lisboa no Pari
Região com maior número de padarias do Brasil
Um bando de apertamentos que todos a-do-ram chamar de ‘lofts’ e pagam
preços abusivos pelo prazer de morar num lugar escroto, barulhento e
cheio de bêbados (boêmios pra eles)
Maior taxa de assassinato da cidade
>> festejos e tragédias. Tem hotéis de luxo, como o Fasano, o Emiliano e o
>> L’Hotel,
Tem gente que paga pra ter ao menos um pouco de beleza no quarto,
visto que a cidade é absurdamente hedionda
e como!!
A poluição realmente faz um pôr-do-sol lindo
Onde plantas ainda sobrevivem ao clima hostil desse antro de poluição
e sujeira que é São Paulo
Mas o pôr-do-sol é um must!!
>> o da cratera do metrô
Ou seja – uma cidade que, na hora de realmente ajudar a população,
mata geral. Mas consegue lotar estádios de futebol com um bando de
loucos querendo ver gringos rebolando
graças ao brilhantismo dos arquitetos que acharam que Cumbica, que em
tupi é ‘nuvem baixa’ era o melhor lugar para se construir um
aeroporto!!
>> significa um italiano, um japonês, um baiano, um chinês, um curitibano e um
>> alemão.
Um fascista, um kamikaze, um macumbeiro… só a corja da humanidade.
Viu como não tem um inglês?
>> futebol, sendo que um deles leva o nome da própria cidade e recebeu o apelido ‘o mais querido’. Mas, na
>> verdade, o maior e o mais querido é o Corinthians, que tem nome inglês, fica perto da Portuguesa e foi
>> fundado por italianos,
Na verdade o Corinthians é o segundo mais querido.
Paulista é tão burro que acha que ‘Palmeiras’ é um nome em inglês e
fica perto do Canindé. Tão transloucado pelo tamanho grotesco desse
mar de cimento que daqui a pouco vai achar que Sorocaba é um bairro…
>> tendo como celebridade o permissivo Oscar Maroni, do afamado Bahamas.
Nunca ouvi falar. Pra vocês verem que paulista vive mesmo num mundinho só dele.
>> coisa que Adoniran Barbosa, Paulo Vanzolini e Germano Mathias provaram não
>> ser verdade, e, apesar da deselegância discreta de suas meninas,
>> corretamente constatada por Caetano Veloso, produziu chiques, como Dener
>> Pamplona de Abreu e Gloria Kalil.
Glória Kalil é a melhor fêmea que paulista pode apresentar. Medo. Muito medo.
>> os de Tóquio, lagareiras melhores que as de Lisboa e pastéis de feira
>> melhores que os de Paris, até porque em Paris não existem pastéis, muito
>> menos os de feira.
Pizza boa é a de Nova Iorque – cidade que São Paulo, até de acordo com
o autor, realmente não é. Sushi é bom até no Zimbabwe, e pastel de
feira bom é o da feira da minha rua no Grajaú, bairro da Zona Norte do
Rio.
O máximo do horror, só pode…
E ele ainda enaltece isso!
>> cariocas que andam imitando as suas imitações paulistanas.
Boteco pé limpo me enoja.
>> CowParade, uma colonizada e pavorosa manifestação de subarte urbana, e agora o Rio faz o mesmo.
Olivetto deve ter medo de vacas. Sabem como é, natureza, coisas do
campo… paulistano só conhece barata, rato, pombo… animais
silvestres dão medo… pra paulistano, leite vem da Nestlé, da latinha
do Molico…
>> o Projeto Cidade Limpa.
Projeto esse que tirou quase MEIO BILHÃO DE REAIS dos cofres públicos.
Parabéns, São Paulo!
>> que os ingleses já provaram ser perfeitamente possível com o Tâmisa.
O Tâmisa continua muito poluído mesmo com todos os esforços do governo
- o Tietê não vai ser ficar limpo nem com muito pensamento positivo…
>> organizando o mobiliário urbano, regulamentando os projetos arquitetônicos, diminuindo as invasões sonoras e
>> melhorando o tráfego, São Paulo jamais será uma cidade belíssima.
Um mínimo de bom senso
>> trabalho do homem.
É o que o povo de Brasília também diz. E que cidade feia pra cacete aquela.
>> clima de excitação permanente, na mescla de raças e classes sociais.
Covil da raça humana. Antro da corja da sociedade brasilieira.
>> pela miscigenação, melhor se manifesta.
Democratização da beleza numa cidade que tem uma rua como a Oscar
Freire? Tá bom então…
>> direitinho, coisa que se reconhece observando as meninas que circulam pelas
>> ruas.
Tocam em meninas como nenhum outro povo brasileiro.