Lembrança Eterna de uma Mente sem Brilho


Eurico solta o verbo
21-dezembro-2007, 2:30
Filed under: Esportividades

Eurico soltou o verbo contra tudo e todos essa semana, e venho por meio deste relatar meus singelos pensamentos sobre a balbúrdia toda. Descobri que adoro a palavra balbúrdia. E que sempre que teclo ‘palavra’ sai ‘palabra’.

Techos retirados desse artigo do site NetVasco:

Acusações contra a Unimed

“Vou me ater ao fato do Leandro Amaral. O que acontece com essa empresa, que diz que patrocina o Fluminense? Eles dizem que patrocinam o Fluminense. É uma empresa regulada pelo poder público, de assistência médica, que paga R$ 30 de consulta ao médico. Aquele cliente que aderiu ao seu plano e quer fazer uma operação não pode fazer. O que é isso? E como eles contratam um jogador por R$ 300 mil? Como contratam um treinador por R$ 200 mil? Eles contratam pessoas que não têm nada a ver com a sua atividade-fim. Comecei a ver as declarações dos dirigentes e do treinador. O Fluminense paga 10%, e o patrocinador paga o restante. É uma situação irregular. Isso burla a legislação trabalhista, porque uma empresa que se diz de assistência médica, ao que me parece, não pode contratar um jogador de futebol, um treinador de futebol, um assessor para contratar esse ou aquele jogador. Ela é que faz os contratos. Também burla a legislação trabalhista. Cria uma cooperativa, não paga os tributos como deve pagar, tem ações de cobrança de tributos. É obrigada a mandar uma planilha dos seus custos para aumentar o plano ou não para o órgão regulador. Está inserido o custo de contratar um jogador por R$ 300 mil? Um treinador por esse mesmo valor? Está inserido por modos não-legais a compra e venda de jogadores? Espero que as autoridades tomem providências em relação a isso. Uma coisa é você disputar um jogador, um treinador, em igualdade de condições. A outra é você vir com um dinheiro não sei de onde para ter um atleta. Quem paga o plano de saúde para ter assistência médica vê o dinheiro usado para contratar jogador e treinador.”

Óia, má que porra é essa da Unimed tomar conta do Fluminense desse jeito? Sou totalmente a favor da profissionalização do esporte como um todo, mas quando fere a legislação vigente eu não posso achar legal. Nenhuma empresa pode fazer um troço desses se esse não é seu objetivo. Infelizmente empresas como a MDF (que pra mim é sinônimo de empresa de madeira compensada) existem e estão aí pra comprar o Guilherme, o Juninho e quem mais os clubes estiverem dispostos a negociar. Não concordo, nem nunca concordarei, com essa metodologia de negócio onde o clube fundador do jogador sempre se fode. É coisa da Lei Pelé, muito mal-feita e prejudicial aos clubes.

Impostos e receitas

“Fui assinar um acordo na Justiça do Trabalho sobre o percentual que é retido das nossas receitas em relação aos compromissos que temos de dívidas trabalhistas. Desde que aderiu ao parcelamento, o Vasco não dispensou um funcionário, um jogador ou qualquer profissional sem ter pago os seus direitos. O Vasco não teve nenhuma reclamação posterior. Agora, eu quero saber: por que o Fluminense recebe o dinheiro da CBF por fora? Por que não pode receber da maneira certa? Porque o dinheiro é do patrocinador. Estou fazendo essa denúncia porque passou a ser uma competição desleal. Se eu trouxer um jogador para pagar um salário desses, eu preciso pagar todos os encargos para esse jogador. Eles não pagam.”

Acho um absurdo haver ajuda a clubes que são perdulários e deixam de pagar suas obrigações jurídicas e fiscais. Porra, tudo bem que o Vasco tá na merda a tempos por causa do Eurico, mas o puto tem pago tudo direitinho e, como disse, não houve reclamação do clube desde que ele negociou na justiça o que devia. Agora, ver um clube usar suas dívidas pra receber ajuda, tendo por fora uma empresa gigante que paga tudo o que eles gastam é um abuso ridículo.

Olhem, o Eurico é sim um canalha, mafioso, crápula, manda-chuva, ladrão, 171, tudo isso… mas que ele tem razão, tem.



Runs in the family
19-dezembro-2007, 2:32
Filed under: Abobrinhas

A irmã de dezesseis primaveras da Britney Spears anunciou que está grávida. Deixemos de lado o fato dela ter cometido a burrice de engravidar tão cedo. Deixemos de lado o fato de isso ser notícia só porque ela é irmã de alguém famoso.

Mas por que caráleos as ‘celebridades’ americanas precisam anunciar fatos de suas vidas? O que aconteceu com o mundo (e a mídia, em geral) que justifica haver uma coletiva toda vez que alguém famoso espirra, fode, bate o carro, é expulso de uma boate, faz um filme pornô ou o que seja? E pra que bucetas temos de ler isso na primeira capa de publicações sérias e, pelo que saibe, de cunho jornalístico profissional?

O que houve com o nosso papel de consumidor de notícias quando isso acontece e vira manchete mundial? Por que cachongas precisamos saber se a irmã de alguém que um dia foi famosa porque canta mal mas deu pro queridinho dos EUA enquanto dizia ser virgem e fez dois ou três álbuns de sucesso? Caguei se essa pessoa famosa raspou a cabeça, entrou em clínica de desintoxicação, perdeu os filhos, está gorda e feia.

Não quero saber essas coisas. Quero saber se o Huckabee está liderando as preliminares Republicanas. Quero saber se o Clinton vai dar mais um fora em Obama só porque ele está crescendo como nunca nas preliminates Democratas. Quero saber se o Senado de lá já aprovou a retirada das tropas do Iraque e do Afeganistão. Quero saber se o Bush já foi assassinado (sonhos acordados contam também, né?).

Quero mais é que essas mulheres mimadas e psicóticas morram com toda sua fama, dinheiro e bizarrices. Quero saber coisas importantes. Não quero gastar meu tempo sendo bombardeado por inutilidades.

Mas qual será o nome do bebê? Eu aposto em Jayden se for menino, Trisha se for menina. Se sair com a cara da mãe, será tão lindinho e fofinho!



A careca da discórdia
19-dezembro-2007, 4:05
Filed under: Esportividades

Essa decisão ridícula de punir o Romário por usar loção pra careca é uma daquelas coisas que só podem acontecer no Brasil. Quando o Dodô é absolvido e o Alexandre Gaúcho é absolvido, esses putos têm a coragem de punir o baixinho só porque ele não quer ficar (mais) careca. Vamos ver um recurso, que será aceito e ele não vai cumprir pena alguma. É a palhaçada da justiça desportiva nacional, que já era motivo de piada antes disso, e continuará sendo por muito tempo.

E olha que essa substância será retirada do doping em janeiro. Duas semanas antes resolvem punir meu fantástico técnico, cheio de experiência e tenacidade, que treina feito louco e nunca sai de casa a não ser para jogos e compromissos do seu time. Ridículo.



Natal cultural
16-dezembro-2007, 2:08
Filed under: Abobrinhas

Bando de descupados, corram atrás de presentes de verdade nesse Natal. Comprem livros d’Os Viralata. Ajudem blogueiros pobres a terem um Natal mais feliz.



Dominis ac Dei
12-dezembro-2007, 11:01
Filed under: Diatribes

Domingo começa já corrido. Tinha festa de setenta anos da melhor amiga da minha avó. Saiu ela da vila onde ainda mora a minha avó pra ficar mais perto da filha. Acabou que se mudou pra um apartamento a menos de trezentos metros de onde vivia. Mesmo assim, a distância, por mais que seja pequena, é suficiente pra dar mó saudade na minha avó.

Grajaú. Belíssimo condomínio com vista para a Reserva Florestal que tanto amo. Toda e qualquer tentativa de se posse do lugar foi sempre rechaçada, conservando, assim, um lindo morro de Mata Atlântica que espero ainda estar lá quando eu for comprar minha casa na sombra da copa das árvores quando eu crescer e virar homenzinho. Problema é que eram 13h. Era uma festividade com umas duzentas pessoas, de todos os lados da família – e mais o povo todo da vila, incluindo os agregados do povo da vila como eu, meus pais, meus tios e primo.

O homem to crepe era o ás da frigideirazinha, fazendo mini crepes na velocidade do som (se fosse da luz teria sido impossível vê-lo fazendo, né? Pronto, acabou o momento nerd). Era ensurdecedor e incrível de se ver. A fila, quilométrica, testava a durabilidade humana – tanto psicológica quando física. Um certo alguém, trajado de blazer de linho fino, microfone da Madonna e um teclado Casio de alta qualidade cantarolava todas as lindas músicas do Jorge Vercilo… ou seria Djavan? Nunca sei.

Saí quando pude. Mesmo porque tinha almoço comemorativo de sabe-se-lá-o-quê, nunca importa, com meus queridos amigos da Deloitte. Delóide para os íntimos. Foi o dia do sorteio do amigo oculto que fazemos sempre. Sempre começou ano passado, e desde então é sempre.

O Porcão de Ipanema é estranho. O maître era um boçal, que fez questão em nos tratar como camaradas (odeio ser camarada quando quero ser servido bem – e estou pagando caro para tanto). Tentaram cobrar rolha de quarenta (sim, isso mesmo, quarenta!) reais pela rolha da cerveja que o Bruno trouxe da Bélgica, onde mora e trabalha agora. Vieram, vejam só, negociar rolha menor depois que dissemos serem cervejas as garrafas. Falta de estrutura total de um lugar onde se espera tudo menos isso.

Fomos agraciados com a presença da capa da Sexy de Janeiro. Portanto, quando forem comprar ou ver a revista ano que vem, lembrem de mim. Inclusive nas fotos mais picantes, lembrem de mim. Garanto que a diversão será exponencialmente maior.

Saí de lá e me dirigi ao Baixo Gávea. Um certo guei estava por lá. A mesa estava cheia. Gejfin, fofo de maior estirpe, tivera a decência e nos graciara com sua presença – acompanhado por sua metade melhor cujo nome me foge ou nunca soube. Lá estavam uns goianos, cujos nomes também me fogem (porra, sou ruim com nomes, mas sou carinhoso, caridoso, justo, honesto… não serve??), que eram pessoas espetaculares. Estiveram no Rio para um casamento também. Só que o deles tinha sistema de ar-condicionado de quarenta mil reais com direito a agasalho caso as pessoas sentissem frio demais em pleno dezembro no centro do Rio. Pois é, né.

E lá estava ele. Sentadinho, de boa, com sua camisa Levi’s e seu óculos pra lá de antiquado. Carregava consigo uma tonalidade rosa choque incrível, resultado, soube depois, de caminhadas pela praia com a lindíssima Viva. Sorriso aberto, o abracei com carinho e saudade. Que saudade sentia desse guei.

Ainda bem que ele ensina putas a usarem melhor suas bocas. Senão nunca estaria ali, no Baixo, de rosto rosa e olhar convidativo, esperando me sacanear e ser sacaneado. Queria que Limeira fosse a treze minutos do Rio.

Conversamos muita coisa boba. Até parece que esperaria algo diferente. Mas quero ser parceiro desse puto ano que vem. Montar com ele um projeto do cacete aqui no Rio – seja onde for. Tê-lo ao meu lado é sempre uma experiência das mais gratificantes. Até hoje espero o segundo cu dele, que ele sempre promete ser meu caso ele o adquira.

E também estava a Viva, cada vez mais linda. Impressionante como cada vez que a vejo ela sempre muda algo pra melhor. Pode ser também que cada vez que a vejo gosto mais dela. Sei que isso é verdade. Mais uma pessoa de quem tenho imensa saudade apesar dela morar tão perto.

À meia-noite estava morto. Muito calor, muita confusão, muita comida e muitos amigos. Um domingo perfeito.



Corra que a Polícia vem aí
10-dezembro-2007, 2:44
Filed under: Música

Já tinha os visto em Baltimore, então a graça de pagar trocentos mil reais para vê-los no Maracanã foi se perdendo ao longo das semanas em que se vendeu ingresso. No dia que abriram as bilheterias, me deu uma vontade do cacete de passar o cartão e morrer numa grana absurda para vê-los de novo. Mas passou rápido, para o deleite da minha conta bancária.

Achei estranhíssimo, diga-se, quando apareceu o puta anúncio do show dos caras sem patrocínio algum nos jornais. Depois soube (informação privilegiada de quem é do ramo, como eu) que a banda não havia aprovado a arte com os patrocinadores, então ligaram o es-adof e mandaram sem o patrocínio mesmo – o que só pode ter irritado profundamente quem investiu milhões e milhões na joça do show. Suspirei aliviado – se no primeiro dia de vendas já tava essa zona, na hora do vamos ver ia ser bem pior.

Pois bem, aguardei, sem nenhuma ansiedade, o dia chegar para que eu pudesse, com calma e tranquilidade, ligar meu aparelho de televisão a cabo e ver no canal 42 esse super duper hiper evento. Apesar das reportagens do Fantástico, da procura absurda por ingressos, de toda a mídia animadíssima pela parada, não encontrei um alvoroço necessário para satisfazer meus anseios – sei lá, parecia tudo um pouco xôxo demais. Sem tanto furor quanto, por exemplo, o show do Roger Waters. Não vou nem usar o exemplo dos Rolling Stones porque aí é sacanagem.

Quando liguei o bendito canal na hora do show me deparei com a apresentação dos Paralamas – e descobri que não era ao vivo a transmissão. Tinha um delay, mais que justificável, e tive a oportunidade de pegar o Herbert tocando com o Andreas Kisser. Olha, podem falar o que quiser – o Andreas é irado e pronto. E o Herbert tava bem, por incrível que isso pôde aparecer pra mim. Sou fã de carteirinha do Bi e do Barone, agora o Herbert não dá. Desculpem.

Mesmo assim assisti com gosto ao show, que foi muito bem executado (como o esperado) e até com algum fogo, difícil devido à imobilidade forçada do Herbert e determinada do Bi. Coube ao Barone roubar o show, como de costume, e os convidados não fizeram feio. O público me pareceu deveras parado, e seco, frio, mas achei que isso fosse mudar quando os porcos fardados entrassem.

Ledo engano meu. O show foi mega sem sal, o público idem. Sting parecia em automático, e não demonstrou nada do que tanto gostei no show de Baltimore que vi. Parecia simplesmente contente em estar lá – ganhando rios de dinheiro às nossas custas. Copeland é um monstro, e tava bem. O Andy é aquela figura secundária de sempre, fazendo o básico pra acompanhar geral e ficar quieto no canto dele antes que leve uma saraivada do baixo do Sting ou uma baquetada do Stewart.

No geral, nem consegui achar saco pra ver o show inteiro. Soube que o resto foi mais do mesmo, com os caras lá, tocando e geral, ali, assistindo. Nada de antológico, nada de fantástico. Simplesmente um show do The Police.

Corrigam-me se estiver errado.



Super sábado
9-dezembro-2007, 9:58
Filed under: Diatribes

Má num é que o Biajoni apareceu por esses lados esse fim de semana?

Começa meu sábado e saio cedo para um casamento. Calça nova, camisa velha (com direito a rasguinha atrás do braço facilmente escondível mas nonetheless embaraçosa), blazer bunitinhu. Igrejinha pequena e grathiosa na Gávea, mas um calor fudido já assolava essa pobre cabeça. Viva me liga. Não podia atender. Mandei SMS.

Estou num casamento, linda… aliás, o pobre do Bia perder a cama lá em casa pra minha avó que apareceu do nada… como fazemos? Ligo quando sair daqui…

Que horas vc vai pro Police? Assim planejo uma hora de me encontrar com vcs e ficar depois com o Bia.

Tinha virado a noite de sexta pra sábado e o calor não ajudou nem um pouco. A festa, numa linda casa em Botafogo, piorou ainda mais tudo. Tinha mini acarajé. Tinha mini pizza. Tinha mini qualquer coisa. A maioria frita ou gordurosa. E eu lá, insono e derrentendo. A Coca-Cola tava sem gás e semi-quente. Viva me manda um SMS.

Falei c/ Bia. Ele deve chegar lá pelas 7h30. Está por sua conta pois eu estou indo pro show. Me liga antes das oito pra gente combinar o pós show.

Demorei a perceber que tinha recebido o SMS porque ele estava no paletó, desde o primeiro momento possível na cadeira, o mais longe do meu corpo possível.

Ainda estou na festa de casamento… o cel ficou esquecido no paletó… ñ consigo falar com o Bia… ligo qdo sair daqui… tb estou ficando sem bat… pqp

O ambiente, agradável e convidativo, tornou-se um inferno quando eu comecei a ter vertigens, dores horríveis de cabeça e uma sensação interessante de estar fora do meu corpo, pedindo pelamordesantocristo para meu corpo catártico lá embaixo ir para algum lugar de clima mais, digamos, ameno. Eu queria era ar-condicionado, porra…

Saio de táxi e, mesmo em ambiente agradabilíssimo me encontro ainda morrendo de dor de cabeça e mal estar. Pelo menos a tontura e as vertigens passaram. Crise de calorento no começo do que parece ser um verão batutamente quente dessa cidade inférnica e maravilhosa. Deitado no ar começo a recuperar minhas energias. Mas ainda preciso de remédio.

Sou contra tomar remédio pra qualquer coisa. Depois de enfiar químicos na veia, qualquer coisa é fichinha e não estou disposto a sair enfiando mais coisas sintéticas no meu corpo. Já basta ter uma bola de plástico.

Mas bem, não vi alternativa que não fosse ter remédios ingeridos. Meu quérido Sulli me chamou pra sair e lá fui eu. A farmácia do Shopping Leblon, que aliás tem o Papai Noel mais sensacional que já vi (dá até vontade de acreditar nele), não tinha Diatyl que, pra mim, cura qualquer coisa mas me satisfiz com a joça do Trimedal. Remédio injerido, Outback comido e não tive forças pra pensar em ir ao cinema com eles. Também estava chegando a hora do Bia chegar e precisava encontrá-lo antes da Viva voltar do show do The Police.

Chego em casa, tomo um banho e a sensação que tivera passado, de certa forma, volta em toda força do multiverso. Peguei meu carro e fui até a Policlínica de Botafogo. Conversei com o CG disponível e ele me deu um pózinho pra beber e vomitar tudo que estava me estragando – afinal, falta de sono, fadiga, fritura e calor formam uma receita um pouco explosiva. E a hora do Bia se passara. 21h54 chego em casa. SMS pra Viva, claro, porque meu cel é um porre e não conseguia falar com o Bia nem por um decreto.

Acabei de chegar de uma clínica em Botafogo… vomitei muito depois da festa de casamento, fiz uma lavagem estomacal e estou morto. Ainda ñ consigo falar com o Bia. Desculpa.

E chapei. Mas não conseguia dormir por nada no mundo. Só fui dormir mega tarde e tive de acordar domingo para ir à festa de setenta anos da melhor amiga da minha avó. Ao meio-dia.