Lembrança Eterna de uma Mente sem Brilho


Porque realmente gosto do Barack
14-fevereiro-2008, 2:36
Filed under: Politicalidades

Olha, realmente gosto do Obama. Muito. De verdade.

Esse cara representa tudo o que há de mais novo e excitante na política americana. Realmente acredito que ele pode mudar muita coisa. Começando pela cor da sua pele, que nos EUA (e aqui também, quem estamos querendo enganar) é algo inquestionavelmente maravilhoso ter um negro liderando todas as pesquisas.

Hilary começou bem. Tinha tudo para também fazer história sendo uma forte candidata mulher à presidência. Mas sua arrogancia, sua falta de jogo de cintura e sua imagem (pra mim ela sempre tem um ar de superioridade e desconexão com o resto do país) a distanciaram do palanque principal dos Democratas. A Ana diz tudo nesse post publicado no Idelber.

Vê-lo alcançar a igualdade com Hilary na Super Tuesday, e agora tê-lo claramente liderando as opiniões dos democratas depois de Potomac, além de ver que o público feminino e latino já está enxergando nele um caminho melhor, me faz muito feliz. Tenho o ‘The Audacity of Hope’, livro lançado por ele que reune todos os seus pensamentos políticos, questionamentos do estado do país e suas propostas, sempre fantásticas, que me fazem crer que, mesmo até um pouco além das capacidades de um governo de quatro anos, fica a vontade de vê-lo oito anos na presidência para conseguir conquistar tudo o que promete e fazer dos EUA um lugar um pouco menos e menos sofrível e odiável, estado encontrado com o desastre da campanha de Bush Jr

Sabendo que o McCain já é candidato dos republicanos, Obama já se mostra franco favorito contra o cabecinha branca. Fica a torcida, sempre esperançosa, que esse novembro possa ser o começo de uma nova era para os EUA – um novo momento, mais bonito, mais justo, mais tranquilo. Que venha o Super Obama.

“In the end, that’s what this election is about. Do we participate in a politics of cynicism or a politics of hope? John Kerry calls on us to hope. John Edwards calls on us to hope. I’m not talking about blind optimism here — the almost willful ignorance that thinks unemployment will go away if we just don’t talk about it, or the health care crisis will solve itself if we just ignore it. No, I’m talking about something more substantial. It’s the hope of slaves sitting around a fire singing freedom songs; the hope of immigrants setting out for distant shores; the hope of a young naval lieutenant bravely patrolling the Mekong Delta; the hope of a millworker’s son who dares to defy the odds; the hope of a skinny kid with a funny name who believes that America has a place for him, too. Hope in the face of difficulty. Hope in the face of uncertainty. The audacity of hope”

A única coisa que me alegra é saber que já troquei todas as células do meu corpo desde o momento que Bush tomou posse. Quero que essas novas células saibam que tem alguém bom que tá chegando. Pra mudar muita coisa na audácida da esperança.

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