Lembrança Eterna de uma Mente sem Brilho


Hoje é dia de Muse
30-julho-2008, 5:24
Filed under: Música

Vivo Rio. 22h de acordo com o ingresso. Será essa a hora de perder a linha assistindo à banda que mais me impressiona e enlouquece.

MUSE!

Os ingleses são demais. Conheci-os há tempos, desde os áureos tempos de ‘Sunburn’ e ‘Muscle Museum’. Eram comparados ao Radiohead por alguma razão bizonha desses putos que não conhecem música. Talvez pela voz Buckleriana do Matthew Bellamy ser um tanto parecida com a do Thom. Even so, Muse é original pra cacete!

Desde ‘Origin of Simmetry’, da fantástica versão de ‘Feeling Good’ que proporcionou um crescimento imenso à banda. ‘Absolution’ coroou o novo patamar de super-banda dos caras e o novo ‘Black Holes and Revelations’ é um marco no rcok progressivo. Esses putos são gênios.

‘Invincible’ é minha paixão recente deles. Uma música que reune uma linda melodia, carinhosa e atenciosa com um peso perfeito. A síntese daquilo que mais gosto de ouvir. Peso com carinho.

Mal posso esperar. O show de Madison Square Garden em Agosto passado foi fantástico. Nesse estarei muito próximo dos caras. Vai ser lindo.

Updeite: O Alex do Move that Jukebox! escreveu uma puta resenha do show. Perfeita.



Banco da Praça
29-julho-2008, 2:28
Filed under: Música, Perfil

Acordando numa nuvem

Sentindo a briza ao cair

Céus púrpuras nos meus olhos

Revelam o distante luar

Porque esperamos

Porque não tomamos

Porque desacreditamos

Porque mentimos

Porque choramos

Todo significado é o mesmo

Mesmos absurdos, mesmos problemas

A dúvida persiste

Arrependimentos iguais

Pensamentos vis

O que somos, e queremos ser

O que seremos se continuarmos assim



Talvez
23-julho-2008, 1:24
Filed under: Diatribes, Perfil

Talvez encontre um momento de serenidade plena. Talvez eu consiga não ter dores de cabeça com as pressões e o revés da vida. Talvez eu consiga entender um pouco mais as coisas. Talvez eu consiga saber que não é meu papel entender tudo.

Talvez eu possa enxergar a vida com olhos diferentes. Talvez meus olhos possam ser agraciados com um mundo mais adaptado à eles. Talvez eu tenha a chance de ser alguém diferente. Talvez eu descubra que sou exatamente quem sempre quis ser.

Talvez eu encontre pessoas que possam ser transparentes. Talvez minhas exigências não sejam vistas como impecílios. Talvez eu encontre alguém que me faça confiar no homo sapiens sapiens de novo. Talvez eu precise adaptar meus conceitos.

Talvez um dia eu encontre um meio-termo. Talvez esse meio-termo possa ser o que tenho agora. Talvez eu enxergue felicidadade nesse meio-termo. Talvez eu não me irrite tanto com a mediocridade de tudo.

Talvez eu tenha tempo para amadurecer meus conceitos prévios. Talvez eu aprenda a ser mais leniente. Talvez eu possa ter mais espaço pra crescer. Talvez eu já tenha crescido tudo o que podia.

Talvez um dia eu possa acordar de cabeça fria. Talvez um dia eu abra os olhos e saiba exatamente o que os próximos momentos me trarão. Talvez eu entenda minha cabeça e consiga ser mais contente comigo mesmo.

Talvez sim. Talvez não. Talvez.



De grátis? Deve ser horrível
21-julho-2008, 3:30
Filed under: Copacabanalidades

E lá vem a internet de grátis aqui pra Orla de Copa. Tava sendo construída desde o final do ano passado, e espero, realmente espero, que eu possa acessá-la a uma esquina de distância. Porque não basta contar meus centavos no final do mês e ainda ter de me preocupar com Net, Vírtua e afins. Ainda nem tenho cortina!

E quero mudar esse piso. Foi uma idéia bacana essa de pintar o piso de tinta especial, branca, pra poder deixar o ambiente mais claro. É que piso de ardósia não combina com apê clean e moderno. Problema maior seria tirar o piso de ardósia e botar outro. Grana que não existe. Quer dizer, garanto que existe, só que na mão de outrem.

Prioridades são mesmo as cortinas e a instalação dos ar-condicionados. Antes que o verão (leia-se Setembro) chegue com toda sua força e me mate de calor. E preciso ver por que caráleos meu laptop não está mais reconhecendo redes wi-fi (qualquer pessoa sapiente, por favor explique que nem no Wireless Zero Configuration dessa joça de Windows XP eu consigo achar resposta).

Um dia tudo se ajeita. Um dia. Só espero ter internet de graça até lá.



Porra, caralho, que merda
20-julho-2008, 1:29
Filed under: Abobrinhas

Fudeu. Fudeu mesmo. Agora não tem mas ninguém pra ficar falando merda na televisão e todo mundo achar graça. Essa vaca tinha de morrer, né? Não podia ficar viva pra sempre, porra? Que merda.

101 anos bem vividos pra caralho. Até mais, querida Dercy. Você foi foda demais.



O meu combina com o seu preto, de cano alto
15-julho-2008, 12:25
Filed under: Perfil

Amo All-Stars. É impressionante o meu caso de amor com eles. Não consigo mais me desvencilhar do deleite que é calçar essas maravilhas. São um marco na história da humanidade. Idos são os tempos de punks e rebeldes, com seus modelos de cano alto (às vezes altíssimo). Não mais existem somente as menininhas de colégio que pintavam e bordavam seus All-Stars, customizando-os ao seus bel prazeres.

Agora é a era da democratização desses lindos calçados. São os preiba com os punks, os alternativos com os surfistas, os emo com os skinheads, os ateus com os evangélicos. Quem não usa All-Star não está fora da fora – é burro mesmo.

Chuck Taylor é o cara. O cara criou o tênis de maior venda de todos os tempos. Já são mais de 750 milhões de pares vendidos. Fizeram a marca Converse. São chamados de Chucks por muitos. O cara é uma lenda.

Desde que essa moda retrô andou assolando nossas rádios, festas, bares e, claro, moda, venho por meio deste post agradecer e muito pela volta triunfal dos meus, seus, nossos All-Stars. Foram anos de abstinência, depois da minha onda Dr. Martens (não só pelo meu querido West Ham, patrocinado na época pelos maravilhosos sapatos, mas também pelo incrível conforto e durabilidade dos mesmos) quando voltei ao Brasil. Aqui reinavam os escrotos Nikes. Nojentos Reeboks. Xexelentos Adidas. E olha que o Adidas ainda tinha uns modelos mais allstarianos. Mas nada que se comparasse.

Acabava me contentando com meus Vans. Eram do jeito que mais gostava – cano baixo e pequenos, justos no pé. Cedi um pouco depois aos grandes e truculentos Adidas, Nikes e, por fim, um lindo Puma de corrida branco que comprei nos EUA ano passado depois de mais de trinta bolhas causadas por um primo Puma de couro de cano baixo e de formato allstariano.

Voltei pro Brasil em setembro do ano passado e desde então posso contar nos dedos as vezes que não usei meus queridinhos. São confortáveis, lindos, úteis, versáteis e, porra, baratos pra caráleo! Por um par de chiquelentos Nikes compro quatro, cinco pares de All-Stars que provavelmente só trocarei daqui a cinco anos, quando estiverem pedindo arrêgo, pinico…

Calçam meu pé como se fossem feitos pra ele. Nunca me causaram bolhas. Nunca me deram problema. Agora também não largo pé. Uso All-Star pra tudo. Comprei um modelo mais caro, de couro, e uso com terno. Já fui padrinho de casamento de All-Star. A noiva adorou.

Dificilmente volto a calçar outro tipo de tênis. Só tenho um Mizuno pra correr. Porque por mais que queira, All-Stars não têm o suporte para o peso de um corredor. Ainda. Espero o dia que eu possa usar um All-Star Wave com tecnologia de amortecimento multifuncional desenvolvida pela NASA. Além, claro, das sandálias All-Star que precisam aparecer no mercado.

Serei mais feliz.



My friend Yusuf Islam…
13-julho-2008, 12:49
Filed under: Abobrinhas

Another Saturday night, and I ain’t got nobody…